
segunda-feira, 7 de Dezembro de 2009
sexta-feira, 27 de Novembro de 2009
Em vésperas da Cimeira Ibero-Americana
Entre 29 de Novembro e 1 de Dezembro decorre em Portugal a XIX Cimeira Ibero-americana de Chefes de Estado e de Governo, dedicada ao tema "inovação e conhecimento". Contudo, a discussão em torno da situação política nas Honduras vai estar muito presente. O dia da abertura da Cimeira coincide com o dia das eleições nas Honduras, processo que não é reconhecido pela resistência contra o golpe de Estado, nem pela maior parte da comunidade internacional, por achar que se trata de uma manobra dos golpistas para se legitimarem no poder.
É neste contexto que surge o seguinte apelo aos representantes dos países que participaram na Cimeira para que tomem uma posição clara e definam acções concretas para pôr fim a toda a situação que se tem vindo a viver derivada do golpe. Aqui fica reproduzido o posicionamento conjunto das entidades que, no passado mês de Julho, organizaram a mobilização em solidariedade com o povo das Honduras.
É neste contexto que surge o seguinte apelo aos representantes dos países que participaram na Cimeira para que tomem uma posição clara e definam acções concretas para pôr fim a toda a situação que se tem vindo a viver derivada do golpe. Aqui fica reproduzido o posicionamento conjunto das entidades que, no passado mês de Julho, organizaram a mobilização em solidariedade com o povo das Honduras.
Aos/ às Chefes de Estado e de Governo da XIX Cimeira Ibero Americana
Numerosas organizações da sociedade civil portuguesa têm acompanhado com atenção a situação política das Honduras durante os últimos meses, condenando unanimemente o golpe de Estado perpetrado em 28 de Junho e o governo de facto que dele se derivou.
Um mês após o golpe, mais de uma trintena de entidades, constantes no final deste documento, organizaram uma concentração de solidariedade com o povo das Honduras e de repúdio do golpe militar, somando-se à pressão e à mobilização internacional para reverter a situação, apelando ao reestabelecimento da democracia, sem derramamento de sangue, ao fim da repressão contra o povo das Honduras e à defesa do direito dos povos a decidirem o seu destino.
Hoje, passados cinco meses desde o início da crise política, a situação ainda não foi resolvida e assistimos com preocupação à convocação de umas eleições que podem constituir uma tentativa dos golpistas de se legitimarem no poder, num cenário onde não estão reunidas as condições que garantam o desenvolvimento de uns comícios verdadeiramente livres, democráticos e transparentes.
Neste contexto, julgamos ser de vital importância que o Governo Português e os/as demais Chefes de Estado e de Governo reunidos nesta Cimeira assumam uma posição política clara e sem ambiguidades, norteada pela defesa da democracia, dos direitos humanos e da soberania do povo, que se traduza em acções concretas para impedir a perpetuação no poder dos golpistas e para possibilitar uma saída ao conflito político que verdadeiramente respeite a vontade dos/as hondurenhos/as.
A sociedade civil portuguesa e internacional aguarda com atenção e esperança os resultados desta Cimeira, certos de que serão sensíveis à importância desta questão e de que estarão à altura das responsabilidades que o povo lhes confiou.
Lisboa, 27 de Novembro de 2009
domingo, 22 de Novembro de 2009
Solidariedade grega com acusados/as do processo de Izmir

Registou-se uma forte mobilização em Atenas e Thessaloniki, Grécia, em solidariedade com 31 sindicalistas na Turquia, na véspera do processo em Izmir. A 18 de Novembro dezenas de manifestantes marcaram presença frente à Embaixada da Turquia para pedir a libertação imediata dos/as sindicalistas e o fim da perseguição contra eles e elas. Na manifestação participaram uma delegação da coordenação grega da Marcha Mundial das Mulheres, a deputada de Syriza (coligação da esquerda radical) Iro Dioti, o líder do sindicato dos professores (OLME) Gr.Kalomiris, os membros da Rede de Mulheres de Syriza, assim como refugiados Curdos.
No mesmo dia em Thessaloniki, com iniciativa da coordenação local da MMM, teve lugar uma importante manifestação de solidariedade com os sindicalistas do KESK à frente do consulado turco. À MMM juntaram-se os dirigentes da União das Organizações dos Funcionários do sector Público de Thessaloniki, assim como a Rede de Mulheres de Syriza. Após gritar palavras de ordem contra a repressão do Estado turco, que visa sobretudo o sindicato KESK e lida publicamente a moção de solidariedade da MMM, o grupo de manifestantes tentou deixá-la na porta do consulado, mas foram impedidos pela polícia que estava presente em força!
As duas manifestações, em Atenas e Thessaloniki, foram alvo de cobertura pela imprensa escrita e pelas cadeias de televisão.
No mesmo dia em Thessaloniki, com iniciativa da coordenação local da MMM, teve lugar uma importante manifestação de solidariedade com os sindicalistas do KESK à frente do consulado turco. À MMM juntaram-se os dirigentes da União das Organizações dos Funcionários do sector Público de Thessaloniki, assim como a Rede de Mulheres de Syriza. Após gritar palavras de ordem contra a repressão do Estado turco, que visa sobretudo o sindicato KESK e lida publicamente a moção de solidariedade da MMM, o grupo de manifestantes tentou deixá-la na porta do consulado, mas foram impedidos pela polícia que estava presente em força!
As duas manifestações, em Atenas e Thessaloniki, foram alvo de cobertura pela imprensa escrita e pelas cadeias de televisão.
sexta-feira, 20 de Novembro de 2009
Solidariedade vence sempre
Soube-se esta sexta-feira à noite, dia 20 de Novembro, que os turcos e as turcas foram libertados/as, após o julgamento em Izmir. A prisão destes/as activistas em Maio e Junho na Turquia levantou um movimento de solidariedade do qual participou a Marcha Mundial das Mulheres e a sua coordenação portuguesa que, em conjunto com os subscritores de uma carta de repúdio, esteve solidária por mais esta causa.
Julgamento de activistas na Turquia
Começou ontem o julgamento de mais de 30 activistas na cidade de Izmir, Turquia, previsto para terminar hoje. O procedimento está sendo acompanhado por uma delegação internacional de 40 pessoas, formada por integrantes da Confederação Sindical Internacional, diversas centrais sindicais europeias, a Marcha Mundial das Mulheres e a rede Advogados sem Fronteiras, além de centenas de militantes dos movimentos sindical, de mulheres e de direitos humanos na Turquia.
Os activistas foram detidos nos meses de Maio e Junho, sem acusação formal. O processo correu todo o tempo em sigilo; apenas recentemente os advogados tiveram acesso aos autos. No total, 22 pessoas estão presas (10 mulheres e 12 homens); as demais acusadas aguardam julgamento em liberdade. Entre as presas, quatro são activistas da Marcha Mundial das Mulheres (MMM): Elif Akgul, ex-secretária de mulheres do Sindicato dos Professores, Yuskel Mutlu, professora aposentada, integrante da Associação de Direitos Humanos e da Assembleia Turca pela Paz; Songul Morsumbul, secretária de Mulheres da KESK (Confederação dos Sindicatos dos Empregados Públicos da Turquia) e Gulcin Isbert, integrante do Egitim-Sen, sindicato de professores.
Miriam Nobre, coordenadora do Secretariado Internacional da MMM, que está em Izmir, informa que, nesta primeira sessão do julgamento, a promotoria apresentou como motivo da acusação a organização de uma central sindical, cujos integrantes teriam vínculo com integrantes do PKK (Partido dos Trabalhadores Curdos), considerado ilegal na Turquia. Porém, Miriam conta que a forma como o julgamento é conduzido aponta para a intenção de cercear actividades de organização sindical: “todas as evidências que a promotoria apresenta são listas de passageiros de vôos, informações de reuniões, emails, ligações telefónicas, acções que são do quotidiano da vida sindical”. Miriam também chama atenção para o facto de que, ao fazer a síntese dos argumentos da defesa, o juiz replicou que considera a mesma coisa realizar uma “acção” ou uma “acção ilegal”.
Logo no início, a defesa solicitou a suspensão do julgamento por desrespeitar todas as normas estabelecidas em nível europeu e informou que fará apelo junto à Corte Europeia de Direitos Humanos. Na quarta-feira, dia 18, a MMM na Europa organizou acções em frente às embaixadas e aos consulados da Turquia em todo o continente. Em Portugal, as manifestantes relataram que foram recebidas na embaixada por um contingente alto de policiais, com carros à prova de pedras e alguns até com metralhadoras. Uma comissão de quatro integrantes da MMM foi recebida pela segunda na hierarquia da embaixada que, pelo tom de sua fala, indicou que os acusados já têm sentença pré-definida.
A MMM pede a todas as suas militantes e movimentos aliados que mantenham a pressão sobre as representações diplomáticas e do governo da Turquia para exigir a libertação de todas e todos os detidos (que são funcionários públicos, com endereço fixo conhecido), além de um julgamento justo e imparcial e o fim da repressão aos movimentos de oposição.
Para ler a declaração e convocatória à acção da Coordenação Europeia da MMM e informações anteriores sobre o caso, clique aqui.
Para entrevistas em português - Miriam Nobre, coordenadora do Secretariado Internacional da Marcha Mundial das Mulheres (SI-MMM): +90 53-6511-9019
Os activistas foram detidos nos meses de Maio e Junho, sem acusação formal. O processo correu todo o tempo em sigilo; apenas recentemente os advogados tiveram acesso aos autos. No total, 22 pessoas estão presas (10 mulheres e 12 homens); as demais acusadas aguardam julgamento em liberdade. Entre as presas, quatro são activistas da Marcha Mundial das Mulheres (MMM): Elif Akgul, ex-secretária de mulheres do Sindicato dos Professores, Yuskel Mutlu, professora aposentada, integrante da Associação de Direitos Humanos e da Assembleia Turca pela Paz; Songul Morsumbul, secretária de Mulheres da KESK (Confederação dos Sindicatos dos Empregados Públicos da Turquia) e Gulcin Isbert, integrante do Egitim-Sen, sindicato de professores.
Miriam Nobre, coordenadora do Secretariado Internacional da MMM, que está em Izmir, informa que, nesta primeira sessão do julgamento, a promotoria apresentou como motivo da acusação a organização de uma central sindical, cujos integrantes teriam vínculo com integrantes do PKK (Partido dos Trabalhadores Curdos), considerado ilegal na Turquia. Porém, Miriam conta que a forma como o julgamento é conduzido aponta para a intenção de cercear actividades de organização sindical: “todas as evidências que a promotoria apresenta são listas de passageiros de vôos, informações de reuniões, emails, ligações telefónicas, acções que são do quotidiano da vida sindical”. Miriam também chama atenção para o facto de que, ao fazer a síntese dos argumentos da defesa, o juiz replicou que considera a mesma coisa realizar uma “acção” ou uma “acção ilegal”.
Logo no início, a defesa solicitou a suspensão do julgamento por desrespeitar todas as normas estabelecidas em nível europeu e informou que fará apelo junto à Corte Europeia de Direitos Humanos. Na quarta-feira, dia 18, a MMM na Europa organizou acções em frente às embaixadas e aos consulados da Turquia em todo o continente. Em Portugal, as manifestantes relataram que foram recebidas na embaixada por um contingente alto de policiais, com carros à prova de pedras e alguns até com metralhadoras. Uma comissão de quatro integrantes da MMM foi recebida pela segunda na hierarquia da embaixada que, pelo tom de sua fala, indicou que os acusados já têm sentença pré-definida.
A MMM pede a todas as suas militantes e movimentos aliados que mantenham a pressão sobre as representações diplomáticas e do governo da Turquia para exigir a libertação de todas e todos os detidos (que são funcionários públicos, com endereço fixo conhecido), além de um julgamento justo e imparcial e o fim da repressão aos movimentos de oposição.
Para ler a declaração e convocatória à acção da Coordenação Europeia da MMM e informações anteriores sobre o caso, clique aqui.
Para entrevistas em português - Miriam Nobre, coordenadora do Secretariado Internacional da Marcha Mundial das Mulheres (SI-MMM): +90 53-6511-9019
Contato do SI-MMM: +55 11 3032-3243
quarta-feira, 18 de Novembro de 2009
Carta de Repúdio entregue hoje
Carta de Repúdio
Ao Embaixador da Turquia em Portugal
Com conhecimento ao Presidente da República, Presidente da Assembleia da República, Grupos Parlamentares, Ministro dos Negócios Estrangeiros
Pela Libertação dos homens e mulheres detidos arbitrariamente
Em 28 de Maio, 35 activistas de movimentos sociais turcos, de sindicatos, de organizações de defesa dos direitos das mulheres e de defesa dos direitos humanos foram presos ilegalmente, tendo-lhes sido confiscados computadores, CDs e documentos das instalações da Confederação dos Sindicatos do Sector Público e do Sindicato de Professores, entre outras.
Não foram feitas acusações formais contra estes homens e mulheres, tendo sido alegado que o processo era confidencial.
Presentemente, são 22 os detidos, sendo a maioria sindicalistas, professores e 4 membros da Marcha Mundial das Mulheres.
O julgamento que devia ter ocorrido a 8 de Agosto, foi adiado para os próximos dias 19 e 20 de Novembro no 10º Tribunal de Izmir. A este julgamento serão presentes os actualmente 22 detidos e mais 9 outros inicialmente presos e depois libertados.
Os abaixo-assinados manifestam a sua indignação pelas prisões ilegais, pelo lapso de tempo entre as detenções e a acusação e pela demora no julgamento destes activistas turcos, assim como pela confiscação ilegal de equipamento, material e documentos.
Denunciam a repressão que se abate sobre sindicalistas, activistas de movimentos sociais e de movimentos de oposição na Turquia.
Exigem a imediata libertação de todos os detidos a quem prestam a sua solidariedade e o fim da repressão contra os movimentos sociais.
Os subscritores:
Coordenadora Portuguesa da Marcha Mundial das Mulheres
UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta
Solidariedade Imigrante
CGTP/IN
CPPC -
SPGL
Casa do Brasil em Lisboa
ILGA-Portugal
AJPaz
SOSRacismo
Colectivo Mumia Abu-Jamal
Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública
Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa
Letter of Repudiation
To the Ambassador of Turkey in Portugal
For the release of the men and women illegally arrested
On May 28th. 35 members of Turkish social movements, trade unions, feminist organizations and human rights associations were illegally arrested. Computers, CDs and documents were illegally confiscated from the Confederation of Public Employees Trade Unions and Teachers’ Trade Union offices.
No formal accusations were made against these men and women and the legal process was kept confidential. At the moment, there are 22 activists arrested (10 women and 12 men), mainly trade unionists, teachers and four members of the World March of Women.
The trial that was supposed to have occurred on August 8th. was postponed to the 19th. and 20th. November in Izmir. The 22 arrested activists and other 9 initially arrested and then released will be present to this trial.
The undersigned entities, men and women:
Express their indignation for the illegal detention, for the time elapsed between the detentions and the accusations and for the delay in judging these Turkish activists, as well as the illegal confiscation of computers , CDs and documents
Denounce the repression on unionists, activists of social movements and opposition movements in Turkey.
Demand the immediate release of every men and women arrested, to whom they declare their total solidarity and demand the end of the repression against the Turkish social movements.
The undersigned:
Coordenadora Portuguesa da Marcha Mundial das Mulheres
UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta
Solidariedade Imigrante
CGTP/IN
CPPC -
SPGL
Casa do Brasil em Lisboa
ILGA-Portugal
AJPaz
SOSRacismo
Colectivo Mumia Abu-Jamal
Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública
Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa
Ao Embaixador da Turquia em Portugal
Com conhecimento ao Presidente da República, Presidente da Assembleia da República, Grupos Parlamentares, Ministro dos Negócios Estrangeiros
Pela Libertação dos homens e mulheres detidos arbitrariamente
Em 28 de Maio, 35 activistas de movimentos sociais turcos, de sindicatos, de organizações de defesa dos direitos das mulheres e de defesa dos direitos humanos foram presos ilegalmente, tendo-lhes sido confiscados computadores, CDs e documentos das instalações da Confederação dos Sindicatos do Sector Público e do Sindicato de Professores, entre outras.
Não foram feitas acusações formais contra estes homens e mulheres, tendo sido alegado que o processo era confidencial.
Presentemente, são 22 os detidos, sendo a maioria sindicalistas, professores e 4 membros da Marcha Mundial das Mulheres.
O julgamento que devia ter ocorrido a 8 de Agosto, foi adiado para os próximos dias 19 e 20 de Novembro no 10º Tribunal de Izmir. A este julgamento serão presentes os actualmente 22 detidos e mais 9 outros inicialmente presos e depois libertados.
Os abaixo-assinados manifestam a sua indignação pelas prisões ilegais, pelo lapso de tempo entre as detenções e a acusação e pela demora no julgamento destes activistas turcos, assim como pela confiscação ilegal de equipamento, material e documentos.
Denunciam a repressão que se abate sobre sindicalistas, activistas de movimentos sociais e de movimentos de oposição na Turquia.
Exigem a imediata libertação de todos os detidos a quem prestam a sua solidariedade e o fim da repressão contra os movimentos sociais.
Os subscritores:
Coordenadora Portuguesa da Marcha Mundial das Mulheres
UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta
Solidariedade Imigrante
CGTP/IN
CPPC -
SPGL
Casa do Brasil em Lisboa
ILGA-Portugal
AJPaz
SOSRacismo
Colectivo Mumia Abu-Jamal
Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública
Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa
Letter of Repudiation
To the Ambassador of Turkey in Portugal
For the release of the men and women illegally arrested
On May 28th. 35 members of Turkish social movements, trade unions, feminist organizations and human rights associations were illegally arrested. Computers, CDs and documents were illegally confiscated from the Confederation of Public Employees Trade Unions and Teachers’ Trade Union offices.
No formal accusations were made against these men and women and the legal process was kept confidential. At the moment, there are 22 activists arrested (10 women and 12 men), mainly trade unionists, teachers and four members of the World March of Women.
The trial that was supposed to have occurred on August 8th. was postponed to the 19th. and 20th. November in Izmir. The 22 arrested activists and other 9 initially arrested and then released will be present to this trial.
The undersigned entities, men and women:
Express their indignation for the illegal detention, for the time elapsed between the detentions and the accusations and for the delay in judging these Turkish activists, as well as the illegal confiscation of computers , CDs and documents
Denounce the repression on unionists, activists of social movements and opposition movements in Turkey.
Demand the immediate release of every men and women arrested, to whom they declare their total solidarity and demand the end of the repression against the Turkish social movements.
The undersigned:
Coordenadora Portuguesa da Marcha Mundial das Mulheres
UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta
Solidariedade Imigrante
CGTP/IN
CPPC -
SPGL
Casa do Brasil em Lisboa
ILGA-Portugal
AJPaz
SOSRacismo
Colectivo Mumia Abu-Jamal
Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública
Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa
quarta-feira, 4 de Novembro de 2009
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